No verão, na praia, quem mais aparece é o corpão - bem mais que qualquer micro pedacinho de lycra que a gente use (pra tentar disfarçar os milkshakes do ano todo!). Mesmo tendo pouco pano (!!!) pra ajudar, tem coisas que - na teoria -prometem não só ter efeitos ótimos na sulhueta, mas também confortam o coração de quem l. Então vamos lá:
Quem tem quadril maior e peitinho pequeno pode escolher partes de cima mais chamativas que partes de baixo, com pregas, recortes, estampas, cores mais vivas e mais claras e todo tipo de detalhe, tipo bordados, babados, aplicações e brilhinhos - e vale cortininha, frente única e tomara que caia. As partes de baixo podem ser mais discretas, em cores neutras, sóbrias e mais opacas. A calcinha pode ter a lateral mais espessa e pode até ter faixinhas pra amarrar - mas as faixinhas não podem ser tão finas que cortem a lateral do corpo e formem uma explosão de carninha extra em cima e embaixo do laço.
Quem tem peitão e quadril menor pode fazer tudo ao contrário: partes de baixo mais chamativas e com mais detalhes e cores e formas, e partes de cima mais calmas. Atenção para as alças, que podem ser mais largas pra sustentar melhor os seios - ao mesmo tempo, atenção para marquinhas que restrinjam determinados decotes (que marca de biquíni aparecendo é bem bem beeem deselegante, viu?). O bojo do top tem que cobrir/acomodar com conforto os seios, sem apertar demais ou deixar carinhas sobrando dos lados (de fora) do bojo. E pra essas, os modelos meia-taça e frente-única são os mais certeiros.
E em maiôs, o ideal é que a cava não seja tão alta que o modelo pareça vindo direto dos anos 80, tipo asa-delta. Também não precisa ser tão baixa que o maiô pareça um macaquinho: na medida do possível ( e do digno!), quando mais alta a cava for, mais longa a perna parece. Direções de larguras e alças e decotes funcionam como as dos biquínis.