Barras e comprimentos formam linhas horizontais "imaginárias" na nossa silhueta, e essas linhas super têm efeitos diferentes nas proporções dos looks que a gente coordena: se essas linhas se posicionam mais pra cima ou mais pra baixo, as partes do corpo que cobrem podem parecer mais curtas, mais longas, mais cheias ou mais fininhas! Bom é conhecer esses efeitos pra manipular de maneira consciente a imagem que a gente quer projetar, né?
A altura das barras na parte de baixo dos looks (em calças, saias, shorts, bermudas e vestidos) mais curtinhas, acima dos joelhos, super funcionam bem - mas só fora do ambiente profissional! Por isso, a escolha da peça independe de direções de adequação e pode ser guiada somente pelo estilo e do tipo físico de quem usa! Pra quem trabalha em ambiente informal, peças com barras logo acima dos joelhos são, dentro da "categoria curto-profissional", as mais adequadas - tipo 2 ou no máááximo 3 dedinhos acima dos joelhos.
Esse comprimento é bem legal porque alonga a silhueta quando mostra grande parte das pernocas. Em ambiente formal, a altura do joelho é a mais adequada (pra curtos!). A regra é clara: quanto mais perna de fora, mais alongada a silhueta parece.
Barras de calças, quando curtas, só fazem bem pra silhueta (e pra qual-quer silhueta) se acabam na altura dos tornozelos - comprimentos tipo corsário e capri, mais curtos que esse do tornozelo, achatam e engrossam visualmente as pernas e a silhueta! O comprimento nos tornozelos, além de alongar, também é bem elegante porque lembra as calças que Audrey Hepburn usava (o que é uma liiiinda referência). Mas o comprimento que mais alonga - e que mais contempla silhuetas variadas - é o tradicional, em que a barra da calça cobre o começo do sapato. Atenção apenas pra não deixar as barras tão longas que façam o sapato desaparecer, fazendo parecer que quem usa tá flutuando! =)
(Todas as silhuetas ilustradas desse post são do livro I don´t have a thing to wear de Juddie Taggart e Jackie Walker)